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Bem-vindo ao GATANU Grupo de Triagem Auditiva Neonatal Universal
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Metodologia |
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| Emissões Otoacústicas Evocadas (EOA) |
| As EOA foram primeiramente relatadas por Kemp, em 1978, que descobriu que o ouvido interno (células ciliadas externas) de pessoas com audição normal tem a capacidade de reemitir a energia
sonora
(eco) em direção ao ouvido externo quando estimulado por um som. |
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RN sendo avaliado por EOA |
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Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE)
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O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) avalia a condução eletrofisiológica do estímulo auditivo da porção periférica até o Tronco Cerebral. Com a evolução tecnológica, surge o aparelho de PEATE automático, tornando este método mais rápido e adequado para a triagem auditiva neonatal.
Tanto as EOA quanto o PEATE possuem bons índices de sensibilidade e especificidade. Os 2 exames complementam-se no momento do diagnóstico audiológico.
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RN sendo avaliado por PEATE |
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EOA e PEATE técnica combinada
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Chama-se de técnica combinada quando dispomos da EOA e PEATE no mesmo aparelho, podendo ser utilizados em conjunto no momento da triagem auditiva. Está técnica pode ser aplicada aos RN que falham na triagem auditiva por EOA e necessitam um exame complementar no mesmo momento, diminuindo assim, os encaminhamentos para o reteste. Uma outra situação que está técnica pode ser usada e nos casos de RN que ficam na UTI neonatal e necessitam uma triagem auditiva completa enfatizando a porção coclear e de tronco encefálico.
O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) avalia a condução eletrofisiológica do estímulo auditivo da porção periférica até o Tronco Cerebral. Com a evolução tecnológica, surge o aparelho de PEATE automático, tornando este método mais rápido e adequado para a triagem auditiva neonatal.
Tanto as EOA quanto o PEATE possuem bons índices de sensibilidade e especificidade. Os 2 exames complementam-se no momento do diagnóstico audiológico.
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Observação de Respostas Comportamentais
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Nos locais onde não houver EOA ou PEATE, a observação de respostas comportamentais podem ser utilizadas para acompanhar o desenvolvimento auditiva do criança. Considerando as inúmeras variáveis que podem interferir nos resultados, este procedimento deve ser aplicado por examinador experiente em avaliação auditiva comportamental em recém-nascidos. É importante salientar que a observação de respostas comportamentais não permite a identificação de perdas auditivas unilaterais e de grau leve e moderado. Além disso, o índice de resultados falso-positivos e falso-negativos é elevado. Saiba mais: trajetória da TAN.
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