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Bem-vindo ao GATANU Grupo de Triagem Auditiva Neonatal Universal
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Quem somos |
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Como o
GATANU
foi criado....
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Em 1998, tendo em vista a possibilidade de operacionalizar a TANU com EOA no Brasil e dos melhores resultados obtidos com o diagnóstico e intervenção precoces, em 30 de abril, é realizada a 1ª reunião de especialistas sediada no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein como seqüência natural de seu pioneirismo na área. Participaram da reunião, fonoaudiólogos e entidades representantes de programas de TAN com EOA e envolvidos com a intervenção precoce e educação do surdo: Ana Eliza Soares (Hospital São Lucas, Taubaté, SP), Adriana Nunes Teixeira (Maternidade Escola Assis Chateaubriand, Gastroclínica e Gêneses, Fortaleza, CE), Claudia Awada (Hospital e Maternidade Brasil, Santo André, SP),
Cristina Simonek
(Instituto Nacional de Educação de Surdos, INES, Rio de Janeiro, RJ), Daniella Fonseca (Santa Casa de Misericórdia, Assis, SP), Elaine Soares (Maternidade de Campinas, SP),
Fabi
anne Zimmermann (Hospital e Maternidade Darcy Vargas e Hospital Dona Helena, Joinville, SC) e Isabela de Souza Jardim (Hospital da Mulher, Hospital da Criança e Corpus Clínica, Goiânia, GO) e
Mônica Jubran Chapchap
(HIAE, Hospital São Luiz e Hospital Santa Catarina, SP).
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A partir desta reunião onde foram discutidos aspectos pertinentes a TANU, foi fundado em 1º de maio de 1998 o
GATANU
Grupo de Apoio à Triagem Auditiva Neonatal Universal, sob a coordenação da fonoaudióloga Mônica Jubran Chapchap.
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A partir de 2000 intensificam as discussões e reflexos sobre o tema e são criadas parcerias com as sociedades de pediatria e otorrinolaringologia. Veja em conquistas.
Em nome do
GATANU
, fica aqui registrado nosso agradecimento a todos os mencionados acima e a todos os outros, que de forma passageira ou permanente, direta ou indiretamente contribuíram e influenciaram nas ações do
GATANU
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Como
surgiu o termo “teste da orelhinha” |
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Durante as reuniões foi discutida qual a denominação que seria dada ao exame de EOA afim de torná-la popular e universalmente conhecida. O termo triagem auditiva, na época utilizada, não parecia entrar em consonância com o termo médico utilizado; uma vez que os testes realizados no período neonatal, tal
como
o teste do pezinho, eram denominados de rastreamento neonatal. Surge então após longas discussões e debates, por proposta da fga carioca
Cristina Simonek
, a possibilidade do uso do termo “teste da orelhinha” em analogia ao teste do pezinho já amplamente conhecido e realizado em todas as maternidades.
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